lunes, 5 de mayo de 2008
Conversación de autobús
- ¿Sabes qué es lo que hay que hacer para conocer una ciudad?- Ir al mercado y a la misa de las 6 de la tarde.
Reflexión: ¿Cuál será esa característica diferenciadora de los que participan de la misa en dicho horario? Por favor, para el abandono urgente de la ignorancia, solicitamos respuestas de mentes ávidas.
domingo, 4 de mayo de 2008
sábado, 3 de mayo de 2008
Melhor que a desgraça é a morte... As lendas de Ouro Preto

Melhor que a desgraça é a morte...
Melhor que o opaco futuro.
E entre a vida e a morte, apenas
Um salto - da terra do ouro
ao grande céu, puro e obscuro!
Romanceiro da Inconfidência. Cecília Meirelles
Vila Rica não é Florença, pedra-sabão não é mármore e Aleijadinho não foi Michelangelo. Ainda assim, o esplendor e o requinte, as sutilezas e a suntuosidade das dezenas de estátuas, pias batismais, púlpitos, brasões, portais, fontes e crucifixos permitem supor que o Brasil teve um gênio renascentista desgarrado em plena efervescência de Minas colonial, esculpindo e talhando com o espírito, o fulgor e a grandiosidade dos artistas iluminados. O legado do Aleijadinho - eternizado no interior e nas fachadas de meia dúzia de igrejas de Minas Gerais - refulge mais que os minérios que saíram dali para fazer o fausto de nações além-mar. Na prática, foram elas - estátuas, lavabos e esculturas - a herança que restou para recordar o Brasil de seus tempos áureos. A obra monumental do Aleijadinho é um patrimônio superior a qualquer conforto que o ouro possa comprar.
Qual foi a doença que deixou sem dedos ao mestre do barroco de Ouro Preto?... Talvez talento e sensibilidade pertençam à cabeça.
NOTA: O artista, revoltado com o engano no pagamento de um dos seus trabalhos, voltou à igreja, quando a noite caiu... e cortou as asas dos anjos que tinham sido criados por ele mesmo algumas horas antes...
Esse é o artista.
Perdeste as asas, meu anjo?
Se existes em minha vida,
Peço-te,
Não vas.
Perdeste as asas, meu anjo?
Se existes em minha vida,
Peço-te,
Não vas.
viernes, 2 de mayo de 2008
De pies y Picassos

"Pies deformes, que pueden contar una historia, semejantes a los mapas con montes, valles, ríos y caminos"... Alguien se puede haber sorprendido por manos, por cuellos, por pies también.
A mí me gustó el nombre de la madre de forma particular. Domenica Torquato me recuerda a leyenda de mujer vigorosa y nariguda, dueña de su casa, de su monedero y de cada uno de sus metros cuadrados.
Y en las paredes del MASP creí ver a Picasso. Y me transporté al Reina Sofía, y al Madrid frío de las mañanas de invierno enmarcadas en Atocha, y a finales del siglo XIX, y a las clases de historia del arte, y a un Guernica de imágenes grotescas de una guerra que sólo ellos conocieron... Pero el pintor español sólo había sido la inspiración de aquellos retratos también llenos de lágrimas duras como piedras.
Alguien con Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Crispín Crispiniano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso como nombre encierra la autenticidad en sí mismo.
Desde la seguridad de la exclusividad, que vivan las miles de réplicas de los puestos de chinos en la Paulista.
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